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De tudo ficaram três coisas... Fernando Sabino

terça-feira, 18 de abril de 2017


Fernando... Fernando... Fernando... Ahhh Fernando!


De tudo ficaram três coisas:
A certeza de que estamos sempre começando
A certeza de que precisamos continuar
A certeza de que seremos interrompidos
antes de terminar.
Portanto, devemos:
Fazer da interrupção um caminho novo
Da queda, um passo de dança
Do medo, uma espada
Do sonho, uma ponte
Da procura, um encontro"
Fernando Sabino

Sobre a aula de hoje ;)
Maisa Maciel
18.04.17
17h26




Meu eu Prístino - Zygmunt Bauman - Vida líquida

domingo, 3 de julho de 2016



Meu 


   Eu


                 Prístino






"Eu procuro meu "verdadeiro eu" 
que suponho estar escondido 
em algum lugar da obscuridade 
do meu eu prístino
não afetado (não poluído, 
não suprimido, não deformado, 
pelas expressões externas."
Zygmunt Bauman



Maisa Maciel
9h40
03.07.16

O mundo pertence a quem se atreve...

sábado, 22 de agosto de 2015



Maisa Maciel
17h42
19.08.15

What it really means...




"People have (with the help of conventions) oriented all their solutions toward the easy and toward the easiest side of the easy; but it is clear that we must hold to what is difficult; everything alive holds to it, everything in Nature grows and defends itself in its own way and is characteristically and spontaneously itself, seeks at all costs to be so and against all opposition. We know little, but that we must hold to what is difficult is a certainty that will not forsake us; it is good to be solitary, for solitude is difficult; that something is difficult must be a reason the more for us to do it.
To love is good, too: love being difficult. For one human being to love another: that is perhaps the most difficult of all our tasks, the ultimate, the last test and proof, the work for which all other work is but preparation."
Rainer Maria Rilke
Austrian Poet

Maisa Maciel
17h29
22.08.15

Filosofia do Sucesso - Napoleon Hill

segunda-feira, 27 de julho de 2015








































   Recebi esse texto durante uma reunião empresarial há seis meses, e desde então, consegui enfrentar certos desafios por incluir tal mentalidade em minha rotina. Acredito que possa contribuir e muito aos leitores... Iniciem a semana com esse pensamento ;)
   Abraços!
Maisa Maciel
20h43
27.07.15

Teoria Literária

domingo, 31 de agosto de 2014

Gênero Lírico


Estudo do texto poético


 Sobre as práticas dos discursos literários em geral


Uma lata existe para conter algo
Mas quando o poeta diz: "Lata"
Pode estar querendo dizer o incontível

Uma meta existe para ser um alvo
Mas quando o poeta diz: "Meta"
Pode estar querendo dizer o inatingível

Por isso, não se meta a exigir do poeta
Que determine o conteúdo em sua lata
Na lata do poeta tudonada cabe
Pois ao poeta cabe fazer
Com que na lata venha caber
O incabível

Deixe a meta do poeta, não discuta
Deixe a sua meta fora da disputa
Meta dentro e fora, lata absoluta
Deixe-a simplesmente metáfora
Gilberto Gil

   Para estudar e relembrar sobre a melhor aula... rsrs... Os outros que me perdoem:

Meus rascunhos de análise estrutural super organizados...

  Cristina Cigre que o professor colocou com total destreza para recitar o poema em nossos ouvidos:

Tanto de meu estado me acho incerto - Cristina Cigre

Maisa Maciel
31/08/14
17h20


Razões de Leitura e Criação: Solenemente à Poesia

domingo, 17 de agosto de 2014


Razões de Leitura e Criação:



SOLENEMENTE À POESIA


Em uma sociedade cada vez mais voltada para o imediatismo...

     Sabemos da multiplicidade existente no universo literário e no que isso pode ou não resultar, e quando rodeados por expressividade, mistura de gêneros e linguagens, sentimos um mundo de palavras que se engatam em novas aventuras. Mas, o fato é que, em meio a essas condições vivem os que defendem esta ou aquela posição, esta ou aquela escola literária e assim por diante... 
     Sim, as pessoas são diferentes e tendem a apreciar coisas diferentes, porém isso não justifica ou gera alternativa para os descendentes do negativismo que excluem uma primeira ideia em função de outra. Então, como exercitar nossa humanidade nesse sentido? Unindo, somando, agregando, deixando a crítica literária crescer em autodespojamento e acreditando na utilidade mútua. Vamos concretizar o prazer da leitura e da escrita em relação ao mundo e aos homens defendendo a ideia de que precisamos questionar sem desmerecimento! Quando entendemos sobre a importante e forte relação entre autores, escolas literárias e seus respectivos motivos aprendemos ainda mais sobre a diferença histórica de tempo e espaço no qual cada um viveu... 

In memory :'(



A poesia vem para salvar a simplicidade excessiva nos subjetivos...    
   
     Queridos, nem todo verso é simples arquitetura à moda Parnasiana ou jogos de palavras encantadoras, e mesmo que sempre chame a atenção para seu nível constitucional, o poema luta pelo viés da intertextualidade. Trata-se, por conseguinte, da liberdade do escritor de poetizar com todos os artifícios possíveis... Versos iniciais que simulem o início de uma longa viagem ou a enunciação de sujeitos sem visões seletivas fazendo brotar uma concentração de sentidos.
     Precisamos da formação de leitores que saibam descobrir novos conceitos e reformular os antigos para adquirir uma educação crítica na interação com uma infinidade de textos e estilos. Portanto:

Amem a poesia! 
Amem o Parnasianismo! 
Amem Olávo Bilac!
Amem o Modernismo e a libertação!
Mas, sobretudo,
amem as possibilidades,
porque nada pode ser mais arredio
do que inferiorizar a 
dignidade artística!


Maisa Maciel
17/08/10
20:30
(Prefiro entregar as palavras aos poetas ;)

MASP

sábado, 23 de março de 2013

ROMANTISMO
                                 A arte do entusiasmo

Maior mudança do pensamento ocidental em todos os tempos
Abertura definitiva para o reconhecimento do individualismo




   A grande dificuldade foi entender o que escrevi naquele momento de intenso enleio artístico... A cada quadro, a cada escultura minhas anotações tentavam acompanhar meus pensamentos... E talvez, não menos complicado foi transmitir com a mesma intensidade aos visitantes (que foram comigo) o valor, a sublimação das artes.


   O que me prende as obras é a sintonia entre leveza e beleza temporal porque retratam perfeitamente o instante, que por sua vez, ecoa; ecoa e automaticamente te transpõe n'outra realidade. Loucura?! Para muitos sei que não passa disso. Não importa, humanos tem profunda liberdade sensitiva... Ainda bem! E quando tende ao lado artístico então... Melhor ainda! É com esse pensamento que convido vocês leitores a experimentação de: Delacroix, Van Gogh, Monet, Degas, Goya, Renoir, SALVADOR DALI...
Queridos(as), deleitem-se...

"Por toda parte encontro vida
Nada mais do que vida."
Goethe - Werther

   No museu a arte se invertia representando códigos da realidade e do imaginário categorizando a relação entre o ser humano, a vida e o mundo pertencentes ao campo do indizível, daquilo que foge ao racional.

Expressionismo abstrato - Kooning e Pollock

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    O impressionismo surgia em parte com o impulso dele recebido: Eugène Delacroix.

 Vor dem Blitz scheuendes Pferd

Radeau de La Meduse

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     Vincent Van Gogh, o artista de pinceladas tão características, marcou seu genialismo em quadros! 
    Uma citação do escritor e ator Antonin Artaud, sobre Van Gogh e a loucura atribuída a ele – “A loucura é gerada pela mediocridade social visando a manutenção da ordem vigente”.

Starry Night

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   * Salvador Dali e o imprevisto que ultrapassa o possível induzindo ao sonho. Gosto de nomear este processo como secularização da vida.

Swans Reflecting Elephants

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        Reforçando a tendência do movimento, Claude Monet demonstra a valorização da natureza

Woman Umbrella

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Mimos nos traços femininos, aspectos centrais dos deuses gregos da época... Essa exposição trouxe à tona o que parece tão próximo, porém impenetrável.

Degas

Renoir

Goya

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Aos que foram, obrigada pela companhia, paciência, apreço e comentários! 

Fiquei extremamente feliz com o que um visitante escreveu:

"As coisas boas que aconteceram lá foi a guia que conduziu o grupo, nossa ela sabia exatamente de tudo. Como comentei no facebook chega um momento em que a inteligência feminina me assusta. Falava com propriedade sobre todos os quadros vistos e nos mostrava detalhes sobre as obras que são fantásticas, ontem eu saí mais rico culturalmente do que já estive em toda minha vida.
 Pude ver uma obra de Vincent Van Gogh, porém fiquei impressionado com Monet. Os traços são coisas de outro mundo, porém a minha mente perturbada viu algo cômico e não algo sério, que vergonha.
 Realmente devo estar ficando louco.
 Outra coisa que me impressionou foi uma estrutura metálica, ela mais parecia uma pequena maquete metálica de um edifício. Algo muito de meu inconsciente mesmo. Simplesmente um luxo."

Maisa Maciel Rodrigues

Abraços,
Maisa Maciel
21h17

Coelho Neto

sábado, 16 de março de 2013

  Quatorze de março foi o dia nacional da poesia, o que de imediato (claro) me levou à Olavo Bilac, príncipe perfeito na essência e na forma. Porém, lendo alguns artigos decidi escrever sobre outro escritor...

Trecho baseado no artigo da revista 
Conhecimento Prático| Literatura| Simbolismo| 
Edição 45|Pág.54| por Dimas da Cruz Oliveira.


Breve encontro com o escritor


"Coelho Neto: A injustiça do esquecimento"



À espera de descobridores

  Acostumados ao vocabulário cotidiano limitadíssimo tornamos assustador o encontro com o cenário linguístico de Coelho Neto. Aristocrata das letras, o mestre traça através das possibilidades estéticas tamanho amor pela multiplicidade dos conceitos, e um ótimo exemplo disso, é a presença da mitologia que fecunda toda arte produzida para deslumbrar qualquer leitor.
"...dormia, 
um braço estirado no travesseiro, 
os cabelos soltos em vagas de ouro 
alastrando as rendas. 
Seu corpo olímpico..."
(Parece um quadro do pintor 
renascentista Ticiano, 
ou seja, pura mitologia).

  Filho de um português e uma índia, soube herdar a imaginação de cada estirpe dispondo-as em questões importantes, como conflitos de ordem moral repletos de reminiscências e inconformismo diante a passividade e indiferença à escravidão.
  
  Um poema que revela sua personalidade? Eis um exemplo: 

"Não pretendo vestir faustosamente os períodos, 
mesmo porque a obra moderna 
quer-se sóbria e nobre; 
nada de europeis, 
nada de lambrequins..."

  Coelho N. perdido nesses tempos tão prosaicos à espera de descobridores!







Maisa Maciel
20h26min





Visitaremos o Museu de Arte de São Paulo - Assis Chateaubriand

segunda-feira, 4 de março de 2013


 É nessa semana pessoal...



"A Natureza, o Corpo, as Paixões, a Paisagem Urbana, o Imaginário. Estes e outros temas caros ao pensamento contemporâneo norteiam Romantismo – A arte do entusiasmo, exposição que o curador Teixeira Coelho concebeu a partir do acervo do MASP para o ano de 2010. Ao todo, 79 obras-primas foram escolhidas e, divididas em nove seções, serão apresentadas ao público num painel que reúne alguns dos maiores gênios da pintura do final do século 15 aos dias de hoje.
A mostra conta com o patrocínio do Banco PSA Finance Brasil e apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
 Para o filósofo britânico Isaiah Berlin, “o Romantismo foi a maior mudança no pensamento ocidental em todos os tempos”, aponta Teixeira Coelho. “Foi uma gigantesca e radical transformação. Mais do que uma transformação, uma revolução. Revolução contra o quê? Contra tudo. Contra as ideias eternas e universais, contra o passado e contra o futuro", complementa o curador, que foi buscar no acervo do MASP as obras que ajudam a traduzir, em momentos diversos da história da arte desde o final do século 15, os preceitos que viriam a compor o ideário romântico que move a sociedade desde então.
 Ao todo, 63 artistas estão na mostra, entre eles El Greco, Bosch, Turner, impressionistas como Gauguin, Van Gogh, Renoir, Monet e Manet e modernos e contemporâneos como Dali, Rodin, Matisse, Amélia Toledo, León Ferrari e Marcelo Grassmann. Neste link, veja a relação de artistas e obras em nove grupos propostos pela curadoria, integrada também pelo curador adjunto Denis Molino."

Influências Literárias

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

 Organograma genial!!!

Clique na imagem para ampliar.


Modernismo - Primeira Fase

domingo, 13 de março de 2011

  Espero que essa minha intensidade nos estudos sobre Manuel Bandeira, ao longo do ano, contribua e muito aos queridos leitores.
Segue o primeiro estudo/trabalho que realizei:

A ESCRITURA DA PERDA: BANDEIRA DE UMA VIDA INTEIRA

   Tendo como foco a perda Bandeiriana que concebe a poética intensa duma vida inteira, este trabalho visa à contemplação do poeta que traduz seus desgostos íntimos por meio de linguagem sentimentalmente expressiva carregando a dor, o tédio e a solidão para sustentação de sua condição destitosa. Também resgataremos o percurso parnaso-modernista do audacioso cavalheiro que ‘não feriu aqueles donde veio, nem aqueles aonde foi’. Buscaremos sempre pormenorizar aspectos fundamentais através dos seus escritos, de suas pequenas/grandes peças da engrenagem que ajudou a abrir caminho para o verso livre e para uma dicção poética, à brasileira.
  Manuel Bandeira encontrou-se sob a permanente consciência da morte e inda permeou com intensa ternura uma sensibilidade moderna. Por lirismo elegíado e versos de grande erudição, traduziu um tempo não-reconciliado, ‘marcado pelo mau destino’; singrando nas perdas mais simples do cotidiano e deixando o presente entregue à frustração.
  Entregou-se a poesia, a atração, ao sublime, ao ritmo dissoluto mantendo o espírito aberto para a fala singela e a escrita afetiva. Defendeu a ampliação dos limites da retórica literária trazendo para a expressão de menos concisão e elegância, mais caráter.
  Farto do lirismo comedido, o poeta de Pasárgada era um homem assim, de dicção delicada, mas ousada.
                                                                                                Maisa Maciel


Surrealismo

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

(Vladimir Kush - Torre de Babel)

Surréalisme, le dernier des avant-gardes 
européennes à se manifester, est basée 
sur les théories de la psychanalyse, croyant 
que le subconscient, vous pouvez obtenir 
la libération totale de l'imagination.

O surrealismo, última das vanguardas européias a manifestar-se, apóia-se nas teorias da psicanálise, acreditando que, pelo subconsciente, pode-se atingir a libertação total da imaginação.
* Explorando os limites do real.
* Estudando a loucura e os sonhos.
* Manifestação do inconsciente.
 O pastor pianista

Soltaram os pianos na planície deserta
Onde as sombras dos pássaros vêm beber.
Eu sou o pastor pianista,
Vejo ao longe com alegria meus pianos
Recortarem os vultos monumentais
Contra a lua.
[...]
Murilo Mendes

(obs.: Mais obras surrealistas estão no meu outro blog: www.internalsymbol.blogspot.com)

Cronologia Literária

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Romantismo - Literatura

A Revelação
Mario Quintana

Um bom poema é aquele que nos dá a
impressão de que está lendo a gente...
e não a gente a ele!

Quando li este verso espontaneamente caracterizei como minha paixão pela Literatura (em especial Romantismo). Interessante destacar o 'poder' que a linguagem exerce em suas formas, na visão além do óbvio e assim vai dominando o que chamamos de ser humano. [...]
Na verdade nem todos pensam assim ou ainda não tiveram a oportunidade de entender o assunto. Portanto, espero que o resumo abaixo ajude nesse aspecto.

Romantismo
O Romantismo, como escola literária, predomina na Europa na primeira metade do século XIX. Seu surgimento, porém, acontece no período imediatamente posterior a Revolução Francesa. As características árcades serão frontalmente desafiadas pela nova orientação cultural associada ao Romantismo, que prega a livre expressão das emoções humanas
No Romantismo tudo é mais exagerado, o homem vive e morre intensamente. Existe um apelo quanto a imaginação e uma fuga da realidade (minha parte preferida, denominada Escapismo: onde o mundo real é sempre uma frustração de seus idealismos e sonhos). 
O medo do presente, que o repele e ridiculariza, faz com que o artista romântico busque refúgio no sonho, com a criação de utopias (pessoais e sociais), ou volte-se para o passado, agora idealizado, como fonte de inspiração.
Surge então a segunda geração romântica marcada por uma postura de exagero sentimental que a torna inconfundível.
Também uma natureza tempestuosa e soturna, assim defini-se o cenário preferido pelos poetas ultra-românticos. (Mal-do-século)
Por fim, os romances desenvolvidos após a década de 1860 marcam uma nova perspectiva: indícios de maior aproximação com a realidade (terceira geração romântica).

Bom, escrevi o que aprendi e lembrei. Super resumido...mas continua [...]

(obs: Foto - Naufrágio de Claude Joseph Vernet, 1759. Óleo sobre tela. Cenário preferido dos ultra românticos)
Obrigada!
  Maisa Maciel Rodrigues  


Literatura