Íncola
segunda-feira, 16 de setembro de 2019
Postado por Maisa Maciel às 11:19 2 comentários
Marcadores: 2019, Prosa poética
Cronológica
quinta-feira, 20 de junho de 2019
Maisa Maciel
Postado por Maisa Maciel às 22:56 1 comentários
Marcadores: 2019, Prosa poética
Talvez
veja como é lindo,
Postado por Maisa Maciel às 21:33 0 comentários
Marcadores: 2019, Prosa poética
O significado da vida ou é assim mesmo
terça-feira, 28 de maio de 2019
Postado por Maisa Maciel às 23:10 0 comentários
Marcadores: 2019, Cotidiano Artístico, Prosa poética
Fica... Fica mais um pouco
segunda-feira, 20 de maio de 2019
Postado por Maisa Maciel às 19:40 0 comentários
Marcadores: 2019, Minutas, Prosa poética
The long trip home
domingo, 10 de março de 2019
The long trip home
Postado por Maisa Maciel às 22:23 2 comentários
Marcadores: 2019, Prosa poética
Dandelion
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
Dandelion
Postado por Maisa Maciel às 20:23 0 comentários
Marcadores: 2019, Prosa poética
Prece ao mar
Prece ao mar
Postado por Maisa Maciel às 16:07 0 comentários
Marcadores: 2019, Prosa poética
Carinho
sábado, 6 de outubro de 2018
Carinho
pressentido ou trocado
seja como for,
a pétala da flor,
é
simples, imenso, acolhedor.
e não há o que se faça
permanece
na vontade, na memória,
com você.
Postado por Maisa Maciel às 20:44 3 comentários
Marcadores: 2018, Prosa poética
...Da vida fiz contigo o que parecia impossível!
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Postado por Maisa Maciel às 20:32 0 comentários
Marcadores: 2017, Minutas, Prosa poética
Black is not sad Black is Poetic
quinta-feira, 15 de junho de 2017
Black is not sad Black is Poetic
Sobre essa
que (d)escreve
Música, teatro e artes em geral;O MAR.
E claro, quebrar todas as barreiras!
Estar sempre com um pezinho, ou o corpo todo mesmo (hahahaha), no mundo da fantasia.
Postado por Maisa Maciel às 18:44 5 comentários
Marcadores: 2017, Cotidiano Artístico, Prosa poética
Os seus frascos de tinta ainda estão caídos no chão...
Os seus frascos de tinta
ainda estão caídos no chão...
Os seus frascos de tinta ainda estão caídos no chão cobertos de poeira... A tinta com uma camada grossa de massa... Os pincéis jogados... Pingos de arco-íris azul,vermelho, anil...
Era pra ser um lindo quadro... Mas você saiu correndo, derrubou os pincéis, revirou os desenhos e apagou a luz... Mergulhou os dedos na água suja, limpou na cortina, bebeu o seu gole de ignorância e partiu.
Eu adorava os teus desenhos. Adorava te olhar de costas fazendo pose; segurando e quase que atravessando o quadro com o olhar tão fixo. E nós gostávamos do quarto empoeirado, das folhas amareladas, do cheiro de tinta óleo e de apagar as luzes só pra ligar a lanterna e rir dos desenhos feitos de nanquim.
Eu não entendia nada de arte, nunca entendi, mas eu descobria em você a porta que me levava nessa direção.
Era uma luz ao longe, que se apagou.
Você tinha gestos peculiares... Aqueles que te deixam assim, digamos, mais arte ainda... Esguia o corpo, curva a cabeça e gosta da saliência na nuca, sempre a mostra - viva, delicada - como se fosse esculpida em cada ato, em cada movimento... Sempre sutil... Um ar de quem não está ali... Ah, mas esse eu reconheço bem. Então era só uma questão de tempo pra entender o que te inspirava... E você estava ali estudando, sonhando quase que em total epifania pelos quadros, e eu de longe observando
e no mesmo estado por você...
Os seus frascos de tinta ainda estão caídos no chão cobertos de nossas lembranças...
E essa meu bem, é a única arte que nos restou.
e nem hora.
Postado por Maisa Maciel às 17:56 0 comentários
Marcadores: 2017, Prosa poética
(H)inumano ou a ode dessa raça
(H)inumano
ou
A ode dessa raça
Nada foge do ponto de partida que criamos
e das bases que fundamos
para sobreviver.
Estudamos a nossa realidade
Quem é que sabe se a folha que paira no vento,
é a poeira que levanta o tempo
sem água da chuva pra baixar?
Quem é que se importa
com quem deita ou levanta
se a ode dessa vida
não é o povo quem canta?
Postado por Maisa Maciel às 16:54 0 comentários
Marcadores: 2017, Prosa poética
Luz Poente ou Where's the poet?
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Luz Poente
ou
Where's the poet?
Só morrem ávidos
amados,
mas nunca, nunca calados.
E se cala, quer dizer
que da morte há sentença,
e do silêncio,
há resposta.
Poetas só morrem em vozes
gargantas
canções
letras
e mundos
profundos
profundos...
Poetas só morrem mesmo
por vezes
e quantas mais quiserem
em suas eternas
poesias;
Morrem para renascer.
Postado por Maisa Maciel às 23:00 0 comentários
Marcadores: 2017, Prosa poética
Tentativa poética ou O que eu perdi?
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Tentativa Poética
ou
O que eu perdi?
Mãos no cabelo, ódio, tudo sem pudor...
Quem disse que podia entrar e fazer isso, fazer assim?
Eles eram tão pesados, tão importantes, mas caíram.
Prateleiras à baixo, ferros contorcidos,
páginas debruçadas em realismo d'uma poética desditosa.
Poética do caos, da cólera,
de tentativas que beiram a loucura.
Folhas caíam duelando com o ar, aladas, sem rumo...
Rimas e versos clamavam por redenção.
Via-se mesmo um grande ato,
a cena épica do vazio gritante e nocivo
de quando nos falta o sentido...
Sentido este, que até então, para ela estava nas letras.
Andando de um canto a outro sem explicações, sob o peso dos pensamentos que nunca teve expressos. Deixou na linha de um contexto oculto, marcas de vidas e possibilidades.
Foi quando olhou o cômodo, os cantos, a sala...
Respirou dissuadida
vertendo o cheiro do mofo
nos ares do fim.
Fechou os olhos,
trancafiou as chaves do cerco
de sua prisão
e sumiu;
sumiu em si.
Dizendo que nunca mais voltaria.
Aquele momento, aqueles livros, aquela sala...
Meta-afora,
Metáforas,
Basta! Adeus tentativa poética...
Um,
dois,
três,
quatro passos de distância, foram como meia-volta... Nem um minuto, e já estava lá outra vez.
Ali, exatamente ali,
para entender como tudo aconteceu.
Não é como perder a memória,
não é como dormir e não acordar.
É viver com um peso, com gosto na boca,
é saber que não se sabe o que fez ou fará
com aquilo que se perdeu.
Postado por Maisa Maciel às 11:57 0 comentários
Marcadores: 2016, Prosa poética
Brilho interno ou A luz da livraria
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Brilho interno
ou
A luz da livraria
E no aço
Postado por Maisa Maciel às 11:35 0 comentários
Marcadores: 2016, Prosa poética
Tempo ou porque sabe-se lá...
terça-feira, 21 de junho de 2016
Tempo
ou
Porque sabe-se lá...
Postado por Maisa Maciel às 08:46 0 comentários
Marcadores: 2016, Prosa poética
Astra Et Luna ou Eu vivo ali
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Astra Et Luna
ou
Eu vivo ali
À noite quando minha alma volta tenho a paz dos céus que me levam ao infinito e fazem sentir a vida...
Sinto a luz das estrelas salvando a alma das sombras
Sinto o ar leve no peito
Sinto a pureza da carne soando nas asas do espírito.
Um salto,
Um voo sem fim.
O medo é mesmo o princípio da felicidade e a dúvida um presente!
Como a cortina do espetáculo que se abre e inebria todos os olhares fixos sobre o que vem...
Eu vivo ali,
eu vivo nas serpentes de poeira celestial
na eternidade da luz
na voz do oculto
na surpresa do ocaso obscuro.
Eu vivo no desvario que me eleva.
Viagens e encantos num mar de estrelas
São mil palavras na escrita de raios célicos
E a minha vista que só as persegue
para onde talvez
eu realmente esteja,
de onde mesmo,
nunca saí.
Filho astral na ordem de novos caminhos
Nessa leveza transpuseste
O brilho da lua
O aguardar e ver da hora avançar.
Porque somos não mais que próprios
nem mesmo os únicos,
mas o todo
de tudo
que nos permite existir.
Postado por Maisa Maciel às 13:02 0 comentários
Marcadores: 2016, Enya, Prosa poética
Dê a mão ao sol ou fiz essa canção
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Dê a mão ao sol
ou
Fiz essa canção
vai além
Postado por Maisa Maciel às 18:29 0 comentários
Marcadores: 2015, Prosa poética
Palavras...
Minutas por aí
Postado por Maisa Maciel às 18:27 0 comentários
Marcadores: 2015, Minutas, Prosa poética



























