And sometimes is seen a strange spot in the sky...
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Postado por Maisa Maciel às 09:39 0 comentários
Marcadores: 2016, Cotidiano Artístico, Pearl Jam
Brilho interno ou A luz da livraria
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Brilho interno
ou
A luz da livraria
E no aço
Postado por Maisa Maciel às 11:35 0 comentários
Marcadores: 2016, Prosa poética
Enjoy Your Holiday!!!
Enjoy
Your
Holiday
Postado por Maisa Maciel às 11:32 0 comentários
Marcadores: 2016, Cotidiano Artístico, The Strokes, Variadas
Dádivas de um amor sem limites! - My Nephews
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Dádivas
de um Amor sem limites!
My Nephews
Eles sentem que estão seguros,
e estão mesmo!
Postado por Maisa Maciel às 10:38 3 comentários
Marcadores: 2016, Cotidiano Artístico
Scalene - Legado
domingo, 3 de julho de 2016
Veja o clipe da música neste link:
https://www.youtube.com/watch?v=rrhwoFAOYVA
Postado por Maisa Maciel às 11:35 0 comentários
Marcadores: 2016, Cotidiano Artístico, Scalene
Meu eu Prístino - Zygmunt Bauman - Vida líquida
Meu
Eu
Prístino
Postado por Maisa Maciel às 11:34 0 comentários
Marcadores: 2016, Cotidiano Artístico, Literatura, Zygmunt Bauman
More Than Words - Extreme (1990)
terça-feira, 21 de junho de 2016
E você vai sempre escolher...
Postado por Maisa Maciel às 08:47 0 comentários
Marcadores: 2016, Cotidiano Artístico, Extreme
Tempo ou porque sabe-se lá...
Tempo
ou
Porque sabe-se lá...
Postado por Maisa Maciel às 08:46 0 comentários
Marcadores: 2016, Prosa poética
Astra Et Luna ou Eu vivo ali
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Astra Et Luna
ou
Eu vivo ali
À noite quando minha alma volta tenho a paz dos céus que me levam ao infinito e fazem sentir a vida...
Sinto a luz das estrelas salvando a alma das sombras
Sinto o ar leve no peito
Sinto a pureza da carne soando nas asas do espírito.
Um salto,
Um voo sem fim.
O medo é mesmo o princípio da felicidade e a dúvida um presente!
Como a cortina do espetáculo que se abre e inebria todos os olhares fixos sobre o que vem...
Eu vivo ali,
eu vivo nas serpentes de poeira celestial
na eternidade da luz
na voz do oculto
na surpresa do ocaso obscuro.
Eu vivo no desvario que me eleva.
Viagens e encantos num mar de estrelas
São mil palavras na escrita de raios célicos
E a minha vista que só as persegue
para onde talvez
eu realmente esteja,
de onde mesmo,
nunca saí.
Filho astral na ordem de novos caminhos
Nessa leveza transpuseste
O brilho da lua
O aguardar e ver da hora avançar.
Porque somos não mais que próprios
nem mesmo os únicos,
mas o todo
de tudo
que nos permite existir.
Postado por Maisa Maciel às 13:02 0 comentários
Marcadores: 2016, Enya, Prosa poética
Dê a mão ao sol ou fiz essa canção
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Dê a mão ao sol
ou
Fiz essa canção
vai além
Postado por Maisa Maciel às 18:29 0 comentários
Marcadores: 2015, Prosa poética
Palavras...
Minutas por aí
Postado por Maisa Maciel às 18:27 0 comentários
Marcadores: 2015, Minutas, Prosa poética
Vejo o mundo lá fora... Também infinito
Minutas por aí
Postado por Maisa Maciel às 18:26 0 comentários
Marcadores: 2015, Minutas, Prosa poética
Porto Alegre - Rio Grande do Sul
Porto Alegre - RS
Tem cantinho europeu no Brasil sim, tchê!
O tempero da comida gaúcha é estilo interiorano. Sem contar que tem sabor e temperatura fundamentais para aquecer no climinha sulista. Oh delícia!
Parque Farroupilha ou Parque da Redenção
Casa de Cultura Mário Quintana
Postado por Maisa Maciel às 18:25 0 comentários
Marcadores: 2015, Cotidiano Artístico, Mario Quintana, Rio Grande do Sul
Entrelinhas ou Velho maldito
sábado, 21 de novembro de 2015
Entrelinhas
ou
Velho Maldito
Dizem que sou um velho maldito...
Sei que me tornei o espório da sociedade
que sempre detestei padrões,
que o mundo não precisa de formas
e eu nunca fui forma pra servir de modelo
nas decisões de ninguém.
Eu sei que mudei,
e na minha inquietude agradeço
se de nada acrescentei,
pois de tudo me apascentei e servi...
Me servi, me cerquei de vida
e não me enchi de hipocrisias para enjoar até cair
como caem vocês e as suas mulheres por aí.
E como você é, você cai, seja lá em pensamento
homem desatento que fingi não mentir,
e finge tão bem...
E eu não vou sentar na rede ou na cadeira de balanço
e descascar laranja ou picar fumo.
Que desgosto ser velho
e viver de velharia.
De encosto já me bastam as maledicências vividas
presas às costas que me envergam os ossos
e nada posso fazer.
Velho ranzinza, talvez,
porque alguma coisa deve ser assumida
e de tudo que aprovo,
eis a libertação da verdade!
Coitada, a verdade não é ruim.
Ela é tão plena e correta que as pessoas não suportam
e precisam criar enredos
com base em suas necessidades e preferências.
Pois, eu prefiro aceitar,
aceitar que sou velho
que estou fatigado
e que mesmo assim, amo viver.
Sou confuso, não doido, confuso...
Sou teu pai
teu avô
a marca do teu nome
a herança dos teus filhos
parte da sua história...
Aquela que você não conhece,
mas que sem ela
jamais teria existido.
Então, na loucura eu pergunto:
Quem é o velho maldito?
Talvez eu esteja mesmo velho e fatigado de minhas experiências,
mas veja bem...
A vida nem começou!
Postado por Maisa Maciel às 23:54 0 comentários
Marcadores: 2015, Prosa poética
Sou da tribo dos intensos...
Postado por Maisa Maciel às 23:51 0 comentários
Marcadores: 2015, Cotidiano Artístico
Tenho um passo leve...
Minutas por aí
Postado por Maisa Maciel às 23:49 0 comentários
Marcadores: 2015, Minutas, Prosa poética
Morning... Alt-J
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Alt-J - Choice Kingdom
Postado por Maisa Maciel às 08:29 0 comentários
Marcadores: 2015, ALT-J, Cotidiano Artístico
Dark Sky Island - Enya - Echoes in Rain
domingo, 11 de outubro de 2015
Enya - Dark Sky Island
Echoes in Rain - Enya
Postado por Maisa Maciel às 13:47 0 comentários
Marcadores: 2015, Cotidiano Artístico, Enya
O Toque ou na canção, no amor, no olhar...
sábado, 22 de agosto de 2015
O Toque
ou
na canção, no amor, no olhar
Tem dias que ela quer ser descoberta, tocada como as notas de um piano, e cada noite é uma canção. Ela quer ser descoberta e nessa busca eu que acabo me descobrindo. Ela é a resposta concisa do meu subconsciente, as minhas partes mais ocultas e desconhecidas. É o novo da natureza, as sensações novas da manhã; o cheiro do casaco com resquícios do seu corpo... Cabelo, suor, mansidão... Ela é tudo que do nada faz razão. Compõe com arte e graça a vida e guarda nela todas as alegrias do mundo.
Eu gosto assim, quando você toca o violão de cordas desafinadas e as estica entre os dedos ecoando em todos os cômodos da casa, e me prendo a sua voz docemente ritmada a qualquer canção que nos faça viajar. Eu gosto quando toca e me olha e se perde
Pelas notas de outro toque,
O meu...
Postado por Maisa Maciel às 19:05 0 comentários
Marcadores: 2015, Prosa poética
Arctic Monkeys
Postado por Maisa Maciel às 19:05 0 comentários
Marcadores: 2015, Arctic Monkeys, Cotidiano Artístico










































